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O espaço emobilia já está de portas abertas! Venha conhecer nossa loja e ver nossos produtos de pertinho, tomar um café e conversar com a gente. Estamos no Mercado Novo, um edifício renovado no centro de Belo Horizonte. Um espaço que reflete nossos princípios de reutilização e upcycling, ressignificando um prédio que faz parte da historia cidade. Além disso, estamos rodeados de marcas locais que admiramos e que nos receberam com carinho nessa nova jornada.


Nosso espaço foi pensado para você explorar, experimentar os móveis e imaginar como eles ficariam na sua casa. As peças em exposição são da coleção Portos do Mundo, nossos móveis container inspirados nas grandes caixas de aço que atravessam os oceanos; da coleção Rastros do Cerrado temos móveis que incorporam a madeira, em uma mistura aconchegante e moderna; além de peças novas, que estamos desenvolvendo com carinho, parte do nosso processo de criação.





Estamos aqui de quinta a sexta, de 14h às 19h, e aos sábados de 10 às 16h. Se você já conhece o Mercado Novo, passa aqui no nosso espaço, será um prazer te receber! Se não conhece, vale a pena vir nos visitar e passear por todo o espaço!

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Ao longo da história o ser humano vem buscando representações gráficas para codificar o mundo e entender de modo o lógico como a natureza funciona. Uma dessas representações é a coordenada geográfica. Um código que permite qualquer pessoa se localizar na superfície terrestre através de um sistema imaginário de linhas.



Para começar a entender as coordenadas precisamos entender essas linhas imaginárias. Como a terra tem a forma de uma esfera (na verdade um geoide, mas não vamos entrar nesse assunto), ela pode ser dividida de dois modos:


1. Verticalmente, como se fossem gomos de laranja;

2. Horizontalmente, em várias fatias com circunferências diferentes que afinam em direção às pontas.



As linhas verticais vão de um polo a outra e são chamadas de meridianos. O mais conhecido é o Meridiano de Greenwich, estabelecido como a linha de 0º que divide o globo em hemisfério leste e oeste. A partir dele, seja a leste ou a oeste, as linhas aumentam de valor até chegar no máximo de 180º e reencontrar o Meridiano de Greenwich novamente do outro lado do planeta.


Já as linhas horizontais tem como referência a Linha do Equador, responsável por dividir a terra entre os hemisférios Norte e Sul. A partir dela também inicia a contagem de graus, em direção ao norte ou ao sul, até chegar no máximo de 90º. Vendo as imagens abaixo fica mais fácil de entender essa contagem de graus. Elas medem o ângulo entre a linha e o centro da Terra em ambos os casos.


Entederam como funciona essa contagem dos ângulos das linhas? Bem, vamos para o próximo passo! As coordenadas geográficas são descrições de pontos exatos. Assim, precisamos desses ângulos bem precisos e por isso seus valores são escritos usando os minutos e segundos depois do grau. Depois do valor do ângulos temos os símbolos de Leste ou Oeste, no caso da longitudo, e os símbolos de Norte e Sul, no caso da latitude. Assim, podemos entender de qual linha estamos falando e em qual hemisfério estamos.


Calma! Vamos dar um exemplo usando as coordenadas do Porto de Santo, confere aí. O primeiro número fala o quão estamos afastados da Linha do Equador e em qual direção de acordo com o símbolo de norte ou sul. O segundo número fala o quanto estamos afastados do Meridiano de Greenwich, a Leste ou a Oeste.



E então? Deu pra entender melhor o que são esses números? Pronto para sair em uma aventura por aí?!

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Os containers são caixas que viajam pelos mares carregadas de mercadorias. Por isso, precisam de uma boa durabilidade, tanto em relação as movimentações de carga e descarga quanto a exposição em ambientes úmidos e carregados de substâncias que contribuem para a oxidação de metais, ou seja, ambientes onde o metal enferruja com mais rapidez. Você já deve ter ouvido falar que carros e bicicletas se danificam mais rápido em cidades litorâneas, não é?

O aço como conhecemos, aquele metal prateado usado desde a construção civil até utensílios domésticos, é uma liga metálica formada pela mistura de ferro e carbono. No entanto, é um material que, ao longo do tempo, corrói devido a sua exposição ao oxigênio e outras substâncias presentes no ar, originando uma camada de óxido de ferro, também conhecida como ferrugem. Diferentemente do ferro e do aço, alguns metais passam por uma reação semelhante mas que não desencadeiam um processo de corrosão e, por isso , não danificam e nem deformam o objeto que ele compõe. É o caso do níquel e do cobre, por exemplo, que ganham uma camada extra sobre sua superfície em um fenômeno conhecido como Pátina.


Não... não é a pátina que estamos acostumados a ver em revistas e sites de artesanato. A pátina é, na verdade, um processo restrito aos metais, em que acontece a formação de uma camada de determinado composto químico na superfície de um objeto. Mas, diferentemente da ferrugem, essa camada adquire uma função de proteger o material original, mas acaba alterando a cor do objeto externamente. É o caso da Estátua da Liberdade, presente dado pelo povo francês aos Estados Unidos, feita em cobre por Gustave Eiffel. Atualmente, apresenta uma cor esverdeada. É esse material verde, uma composição de sais de cobre, o resultado da Pátina.


Voltando aos containers, o aço é o material ideal para resistir às movimentações de carga e descarga, sendo carregados por gruas e guindastes nos portos. Mas, para ambientes muito úmidos e carregados de substâncias como nos litorais e oceanos, o aço não é o mais indicado. A solução para isso foi usar o aço patinável. Uma liga que adiciona na mistura de aço e ferro, metais que passam naturalmente pelo processo de pátina, como cobre, níquel e cromo.


Casa BLM. Projeto desenvolvido por Atria Arquitetos utilizando aço corten. Foto: Haruo Mikami.
Casa BLM. Projeto desenvolvido por Atria Arquitetos utilizando aço corten. Foto: Haruo Mikami.

O COR-TEN ou Corten é o nome da marca que fabrica o aço patinável. Existem outras, mas essa é a mais conhecida e acabou apelidando esse tipo de aço. Naturalmente, são metais avermelhados que, assim como vimos no caso da Estátua da Liberdade, vão ganhando tonalidades diferentes e se transformando, sendo um recurso utilizado intencionalmente por arquitetos e artistas plásticos. Mas quando o assunto é container eles ganham uma camada a mais de proteção e pinturas coloridas, como os nossos móveis!



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