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A encrenca do navio com mais de 18000 containers encalhado no Canal de Suez





Na última semana o navio encalhado no Canal de Suez deu o que falar. Após uma semana, ontem, dia 29 de fevereiro, o porta containers foi finalmente liberado, deixando aberta a passagens de centenas de outros navios que estavam a espera para cruzar o canal. O acontecimento certamente gerou reflexos na economia global, já que o canal é um atalho marítimo para embarcações que navegam, principalmente, da Europa para a Ásia e vice-versa.


Para efeito de curisosidade, o Ever Given, nome do navio encalhado, é um dos maiores porta containers do mundo, capaz de transportar até 20.000 dessas enormes caixas de aço pelo oceano que levam em seu interior desde produtos alimentícios até peças automotivas e barris de petróleo. Apesar dos principais afetados serem os países da Ásia e Europa, o Brasil também pode sofrer alguns reflexos desse nó de logística mundial.




As consequências são vários (vamos deixar um link de uma reportagem no final). O aumento do valor do frete é o primeiro deles. Se o canal de Suez é um atalho, a saída para os navios que esperam a pasagem ser liberado é um longo caminho ao redor de todo o continente Africano. Isso implica em dias a mais de viagens e, consequentemente, mais custos. E, mesmo com o navio removido, a normalização não é imediata. Ainda vão levar alguns dias para que o fluxo no canal se normalize.


Para nós, brasileiros, os preços poderão ser sentidos em alguns produtos que são importados pelo Brasil. Componentes eletrônicos, peças automobilísticas e combustíveis podem ter seus custos de importação aumentados e chegarem em menor quantidade, inteferindo no valor final dos produtos montados e vendidos no Brasil.


Nós, que trabalhamos com containers para produção dos nossos móveis, ficamos impressionados com o tamanho do navio encalhado. Só de olhar as imagens já é de se imaginar o tamanho da encrenca! Trouxemos aqui um pouco de informações para entendermos como o transporte marítimo utiliza os containers e o volume de mercadorias que eles são capazes de levar de um lado ao outro do planeta.


Para mais informações você pode ler a reportagem do canal de notícias da UOL.


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