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A rosa dos ventos é um dos adesivos que temos como opção de customização dos móveis. Quem gosta de explorar lugares e está sempre olhando mapas, já viu uma rosa dos ventos. Ela é uma representação gráfica que auxilia na orientação, indicando os quatro pontos cardeais (Norte, Sul, Leste e Oeste) e seus pontos intermediários.


Mas para que serve a rosa dos ventos? Com uma mapa na mão, é possível localizar no espaço sua posição e traçar rotas com mais precisão. Hoje temos o GPS, mas na época das navegações era uma informação muito importante nos mapas.


E como funciona a rosa dos ventos? Ela representa uma volta completa no horizonte, dividido em quadrantes de 90º com pontos que podem ser localizados com exatidão a partir de observações do céu e das estrelas. Sim! Olhando para o céu conseguimos identificar o Norte a partir da Estrela Polar e, o Sul, através do Cruzeiro do Sul. Já o Leste e o Oeste são facilmente identificados pelo trajeto do Sol. A nossa estrela nasce no oriente, a Leste, e se põe no ocidente, a Oeste.



O nome Rosa dos Ventos vem da semelhança do símbolo com as pétalas de uma rosa. Já os ventos são por conta da direção dos ventos no Mar Mediterrâneo, onde a representação foi inventada por volta do século XIV. Antes dos pontos cardeais serem nomeados como conhecemos, eles foram batizados com os nomes dos ventos clássicos do Mar Mediterrâneo, cada um com características próprias. Assim, o norte era conhecido como Tramontana, o sul como Ostro, o oeste como Ponente, e o leste como Levante. Os pontos colaterais eram Greco (nordeste), Siroco (sudeste), Libeccio (sudoeste) e Maestro (noroeste).


Atualmente, a rosa dos ventos ganhou outros significados. Ela indica sorte nas escolhas e direções que tomamos na vida, com simbologia de aventura e coragem em fazer mudanças. Hoje vemos esse símbolo em vários lugares, como tatuagens, estampas e até nos móveis da emobilia!




Fonte: Só Geografia; Conhecimento Científico R7 e Blog Salvador Náutico.


"Rosa dos ventos" em Só Geografia. Virtuous Tecnologia da Informação, 2007-2020. Consultado em 22/10/2020 às 10:17. Disponível na Internet em http://www.sogeografia.com.br/Conteudos/GeografiaFisica/RosaVentos/



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Cavaco é uma palavra com diversos significados: podem ser lascas de madeiras, demonstração de irritação ou até o nome de um crustáceo. Mas por aqui, nas regiões de Minas Gerais cercadas pelo Cerrado, conversas amigáveis feitas em um local confortável também são chamadas de Cavaco.

E nada melhor do que uma poltrona bonita e aconchegante para jogar uma conversa fora. Os requadros de aço se unem ao compensado multilaminado (aqui temos as opções de freijó ou ipê) para criar a base que recebe o estofado de lona 100% algodão na cor off white preenchido com espuma.


Essa é uma peça com design autoral brasileiro carregado de intenções atemporais. Os traços contemporâneos, leves e elegantes associados aos estofados em cores naturais combina fácil com qualquer ambiente. Ah! E claro que temos um toque de poesia. A jaguatirica, felino muito presente no cerrado, passou pela Cavaco e deixou um rastro de sua pata no braço da poltrona. Nossa homenagem a esse bioma tão diverso que cerca nossa oficina aqui em Lagoa Santa.

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Símbolos do cerrado, o Pequizeiro e a Siriema são as inspirações para

nossas luminárias de mesa, com design autoral e cheio de personalidade!


O cerrado está presente no dia a dia da nossa oficina aqui em Lagoa Santa. As siriemas cruzam a paisagem ao redor em meio as árvores de galhos retorcidos. E é essa nossa fonte de inspiração para a recente coleção. Utilizar das nossas memórias, da nossa vivência, para criar peças com design afetivo sem tirar a essência da emobilia: o upcycling e a sustentabilidade.


Por isso, essa semana, decidimos falar das nossas luminárias de mesa. Os recortes das chapas de container ganham novo significado e transformam-se no corpo da siriema, dando forma a luminária divertida que representa a ave símbolo do cerrado. Quando repousa, a siriema dobra suas pernas para frente, em uma pose elegante e inusitada. As cores alaranjadas do bico e das pernas ficam por conta do fio encapado de tecido, que contorna a peça até chegar na cabeça esculpida na madeira. O pequizeiro, árvore de frutos presentes na culinária do cerrado, é homenageada através de uma peça delicada e simples. As folhas de freijó são feitas com corte computadorizado em um processo que une a tradição e as novidades da tecnologia presentes no mercado. O cabo colorido se retorce pelo 'tronco" da luminária. Como em uma árvore, sai da raiz em direção às folhas, deixando evidente o caminho da energia que dá luz a peça e às folhas.



Essas peças são um pouco da nossa homenagem a esse bioma tão rico e diverso que povoa nosso imaginário. Das descrições encantadoras de Guimarães Rosa as comidas tradicionais, queremos conectar nosso design com o que há de mais bonito na nossa cultura. Vamos mostrar um pouco mais da coleção Rastros do Cerrado nas próximas semana, fica de olho!

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